terça-feira, 30 de outubro de 2007

A Crítica


*Se vc está na hora de criticar alguém pense um pouco, antes de iniciar
*Se o parente está em erro, lembre-se de que vc vive junto dele para ajudar.
*Se o irmão revela procedimento lamentável, recorde que há moléstias ocultas que podem atingir vc mesmo.
*Se um companheiro faliu, é chegado o momento de substituí-lo em trabalho, até que volte.
*Se um amigo está desorientado, medite nas tramas da obsessão.
*Se o homem da atividade pública parece fora do eixo, o desequilíbrio é problema dele.
*Se há desastres morais nos vizinhos, isso é motivo para auxílio fraterno, porquanto esses mesmos desastres provavelmente chegarão até nós.
*Se alguém caiu em falta, não é preciso que alguém lhe agrave as dores de consciência.
*Ainda que vc esteja diante daqueles que se mostram plenamente mergulhados na loucura ou na delinquência, fale no bem e fuja da crítica destrutiva, porque a sua reprovação não fará o serviço dos médicos e dos juízes indicados para socorre-los e, mesmo que a sua opnião seja austera e condenatória, nisso ou naquilo, vc não pode alvidar que a opinião de Deus, Pai de nós todos, pode ser diferente.

Espírito André Luiz

“Não julgueis para não serdes julgados”
Quando julgamos alguém, não julgamos este alguém. Julgamos a nós mesmos, pois o outro SEMPRE é um espelho de alguma coisa nossa não resolvida.

O valor das boas imagens

Sei que o mundo está em guerra. Sei que não está nada fácil olhar para as cenas de degradação e abuso dos seres humanos. Sou impactada, como você também é, por imagens chocantes que aviltam minha alma, minha dignidade e esbofeteiam o meu coração.

Estamos em plena guerra de imagens do horror. E sabemos que estas imagens vão diretamente ser impressas no nosso mundo mental. Lá elas ficam girando e vibrando em busca de imagens semelhantes no mundo aqui fora.

E, sem querer, sentimos na nossa vibração o batimento da violência, a energia do ódio, o tremor do abandono e da indiferença deste campo de concentração onde estamos todos presos.

Nunca a insônia foi tão forte nos seres humanos. E quem consegue dormir assistindo, muitas vezes, deitado na cama, ao Jornal da Noite em qualquer canal de televisão nacional ou internacional?

Parece que não temos mais para onde correr. O mundo está contaminado por fotografias em branco e preto onde a cor que corre nas tramas é a do sangue.

Esse é o maior drama que vivemos! Exemplos sórdidos de imagens degradantes sendo veiculadas por todos os lados diminuindo quando não anulando nossa capacidade inata de criar beleza, imagens positivas e saídas triunfantes para nossos conflitos.

Enquanto a humanidade não entender que o mundo aqui fora é o reflexo do mundo das suas imagens mentais, nada poderá ser feito para pôr um fim nisso.

E precisamos começar imediatamente a mudar nosso filme interno para ver as cenas refletidas no mundo externo. Recuse-se terminantemente a aceitar estas imagens dentro do seu campo eletromagnético.
Não seja mais um cabo que liga os fios da rede conduzindo horror e a miséria humana. Mude suas cenas internas. Nunca, jamais durma vendo TV. Tire o aparelho do seu quarto e ponha no lugar cenas dos espetáculos que a natureza nos dá todos os dias.

Afaste as crianças desta guerra de imagens porque elas vão acabar achando que isso é normal e que essa é a única realidade possível.Fuja das cidades quando puder. Quanto mais, melhor. Ande descalço pela praia, na terra.

Abrace o sol, tome chuva no campo, cuide de um pomar ou jardim, mesmo que esteja apenas num pequeno vaso da sua varanda.E se nada disso for possível então feche os olhos. Feche os olhos e imagine. Imagine tudo exatamente ao contrário do que querem fazer você acreditar.Imagine que caminha por um campo sob um céu azul onde um poderoso sol repousa magnificamente.

Deixe o sol penetrar por todo o seu corpo e sinta que está sendo alimentado(a) pela verdade, pela força, pelos valores firmes e corretos.Insista neste exercício por vários meses, todos os dias, o maior número de vezes que conseguir.

E acredite que existe sim um lugar de paz, beleza, ciclos renováveis, sombra e aconchego. E acima de tudo verdadeiro: e este lugar é junto à natureza. Vá para este lugar. Nem que seja em sua imaginação.

Com este ato de reversão você pode contribuir muito para a gigantesca tarefa de re-fotografar a dignidade humana. Izabel Telles/Aninha

Às favas com o amor! Eu quero é ser feliz...


Pois é... a sensação que tenho tido, nos últimos tempos, é de que essa busca pelo grande amor, pelo par ideal, pelo príncipe encantado, pela felicidade infinita – que deveria ter se configurado como um caminho edificante e enobrecedor – tem servido bem mais para transformar a vida de um grande número de pessoas numa insanidade absurda.
Basta repararmos um pouco mais atentamente na enorme confusão que tem sido tantas relações (com suas intermináveis tentativas de nomenclaturas) e terminaremos por concluir que nisso tudo tem algo que precisa ser urgentemente revisto, reavaliado e reconduzido.
Se estudarmos um pouco mais profundamente a história da humanidade, não demoraremos a descobrir que o comportamento entre homens e mulheres, incluindo o desejo sexual e suas mais diversas manifestações, passou por algumas transformações significativas antes de chegar neste cenário que vivemos atualmente.
Se no começo tudo era uma questão de sobrevivência e perpetuação da espécie, não faz muito tempo nasceu o desejo pelo conforto, pela fartura, pelo bem-estar. Eis também o nascimento do amor romântico e dessa tão visceral busca pela felicidade, que ganhava – a partir de então – um sentido bem mais amplo e refinado do que tinha até então.
Daí para alcançarmos este ritmo alucinante de mudanças, não demorou quase nada. Bem menos de um século apenas. E neste momento vivemos como que em meio a um furacão, recheado de dúvidas, incertezas, inseguranças, expectativas e perspectivas cujas bases estão trincadas, em plena reforma... E a pergunta se repete, incessantemente: por que tem sido tão difícil viver esse tal grande amor? Por que embora esse pareça ser o maior desejo da grande maioria, o que reina são os desencontros?
Talvez você também já tenha vivido contradições profundas como essas. Talvez já tenha acreditado piamente que tudo o que mais desejava era amar e ser amado e, diante desta possibilidade, não soube o que fazer, ou fez tudo errado...
Talvez já tenha dito para si mesmo, incontáveis vezes, que prefere ficar só, desfrutar de sua liberdade, preservar seu espaço e sua individualidade e, cara a cara com seu espelho, sentiu medo da solidão ou o peso quase insuportável da falta de um abraço...
E nesses momentos, convencido (?) pela atual corrente de pensamento que afirma que tudo só depende de você, o conflito interno é praticamente inevitável: o que eu realmente quero? Se depende só de mim, por que será que as pessoas influenciam tão diretamente no modo como me sinto? E se a responsabilidade pelo que me acontece é somente minha, por que nem sempre alcanço os resultados para os quais tanto me dediquei?
Não sei... mas diante de todos esses pontos de interrogação, tendo a concluir que este é um momento da história das relações de completa metamorfose. O que era antes não é mais. O que será ainda não sabemos. Agora, somos homens e mulheres repensando seus papéis, seus desejos, seus lugares dentro dos encontros amorosos, da família e da vida em geral.
O problema, então, talvez seja o apego e o anseio por uma idéia de grande amor que é incompatível com a realidade atual. Um grande amor que não seja castrador e submisso como o que viveram nossos avós, mas que também não seja tão livre e descomprometido como este que temos experimentado nas últimas décadas. De preferência, que seja intenso, romântico, perfeito, cheio de encanto e paixão, como descrevem os poetas e compositores ou mostram os filmes das telas dos cinemas... Daqueles que chegam e nos arrebatam de uma vidinha que não temos suportado carregar sozinhos (porque é exatamente assim que tenho visto muita gente esperar por um grande amor). Ah! E que seja para sempre, claro!
Não percebemos que essa busca não é coerente com as atitudes que temos tido ou com o modo de vida que temos adotado. As engrenagens externas estão totalmente desencaixadas das internas. Os ritmos estão desencontrados. O que se deseja comprar não é o que está à venda e ainda assim pagamos o preço para ter o que está nas prateleiras. Estamos perdidos entre sentir, querer, fazer, parecer e, enfim, ser!
Tudo bem... acho até que não daria pra ser muito diferente disso, já que a fase é de profundas mudanças, mas aposto que o caminho poderia ser bem mais suave e prazeroso se parássemos de acreditar que o “grande-amor-dos-contos-de-fadas” é a solução na qual devemos investir toda a nossa existência.
A insanidade (que é o que mando às favas, na verdade) fica por conta dessa insistência em acreditarmos que amor é um ‘estado civil’ qualquer que devemos atingir e, uma vez nele, a felicidade é certa. Não é! Felicidade é aquela que temos a oferecer e não aquela pela qual temos esperado. E é também bem mais incerta, imperfeita e inconstante do que temos imaginado. Simplesmente porque somos gente e gente é assim: incerta, imperfeita e inconstante.
E quando, finalmente, aceitarmos esse fato, creio que teremos começado a compreender o que é o amor... Rosana Braga/Aninha

segunda-feira, 29 de outubro de 2007

Gratidão


Gratidão é um sentimento universalista, que nos conduz à maturidade espiritual. Quem possui um sentimento pleno de gratidão, por todas as coisas, torna-se feliz, otimista e produz energias sutis, de padrão elevado. Portanto, devemos exercitar a gratidão diariamente, percebendo que temos a oportunidade de agradecer a todo o momento, pois a gratidão independe da circunstância. Não é preciso que alguém nos faça um favor ou nos dê um presente. O sentimento de gratidão é muito mais amplo e possui uma energia transformadora.
Que tal acordar e agradecer por mais um dia? Não importa se chove ou faz sol, se você é pobre ou rico. Cada vez que agradecemos por algo, criamos uma energia muito positiva ao nosso redor, pois para cada sentimento, emitimos uma energia sentimental.

Vamos pensar em uma situação corriqueira: você está indo para o trabalho e tem que enfrentar o maior trânsito. Fica irritado e começa a reclamar de tudo: do trânsito, da cidade, do carro, dos outros motoristas etc. Nesse momento, que tipo de energia você está produzindo? Gratidão gera gratidão, revolta gera revolta. Então, pense nas outras coisas que você poderia fazer enquanto está parado no trânsito: ouvir uma música, ler um livro ou relaxar. Pois é exatamente nas situações de adversidade que devemos praticar a gratidão. É muito fácil agradecer por um presente ou por um gesto de amor. Nós chegamos e partimos dessa vida sem nada. Tudo o que recebemos é um reflexo daquilo que estamos doando. A verdadeira espiritualidade consiste em reconhecer que nós já temos tudo o que precisamos para construir um mundo melhor.

Uma situação que parece ruim em um primeiro momento pode ter sido necessária para evitar acontecimentos piores. Existem várias histórias de pessoas que não morreram em acidentes aéreos, por exemplo, porque perderam o vôo naquele dia. Portanto, agradeça sempre e a todo o momento. Mesmo que você não saiba porque está agradecendo, exercite esse sentimento universalista. Quando agradecemos por tudo, estamos atraindo amparadores espirituais.

Exercite a gratidão no dia-a-dia e avalie como você vai se sentir e que situações vai vivenciar. Compartilhe esse sentimento com as pessoas e preste atenção em tudo o que acontece. Faça uma reflexão ao fim do dia. Com certeza, você terá transformado as pessoas e o ambiente ao seu redor. Cada um de nós tem pelo menos um motivo para agradecer: por estarmos aqui e pela oportunidade de evoluir a cada dia. Pois essa é, sem dúvida, a nossa missão aqui na Terra: evoluir

Fonte: CEC

domingo, 28 de outubro de 2007

Grupo Carma e Evolução



O grupo carma é o grupo dos acertos. Trabalhar o grupo carma é resolver todas as dificuldades com os familiares e com as pessoas próximas, com quem, normalmente, temos alta convivência e interação.

Não há como mudar o vínculo com esse grupo. É um vínculo energético e pré-determinado pelo amparador de programação existencial. O grupo carma se forma a partir do padrão energético. Pessoas nascem e convivem com determinado grupo porque possuem a mesma energia. Dentro desse grupo carma, vamos trocando de posições, a cada reencarnação. Em uma, somos pai, na outra, avô... e assim vamos convivendo com as mesmas consciências, aprendendo a se relacionar e a aceitar as diferenças.

Nós podemos sair de um grupo carma para um outro que tenha um melhor padrão energético e esse deve ser o objetivo de todos. Sair do grupo carma não significa abandonar a família e escolher outra. Significa, sim, conseguir resolver todos os conflitos por meio da reconciliação e dos acertos. E isso não é assim tão fácil. Temos dificuldade para se reconciliar com as pessoas por conta de nossos próprios conflitos internos. Você consegue aceitar e amar todas as pessoas de sua família? Devemos trabalhar para se livrar dos processos emocionais e aprender a amar o próximo. E isso começa com equilíbrio interno e autoconhecimento.

Aprender a se relacionar bem com os outros é difícil, pois continuamos repetindo os mesmos relacionamentos há tantos anos (reencarnações). Como fazer um acerto de tantas repetições? Alguns comportamentos são cronificados. Por isso mesmo, para se reconciliar, é preciso estar no aqui e agora. Além de se rever e se aceitar completamente.

A reconciliação é um trabalho árduo, porque a gente não consegue perdoar as diferenças do outro. Não devemos impor a própria carga emocional, mas sim fazer trocas saudáveis. Procure enxergar o que o outro é, aprenda a lidar com o que o outro é, sem deixar o que você é interfirir nessa relação. O carma, na verdade, é só um bolo emocional que carregamos de uma vida para outra. Esse bolo emocional nasce dos relacionamentos consigo mesmo e com os outros. Se você não conseguir se reconciliar com a família, vai voltar e encarar essa pessoa novamente.

Permita que o outro se manifeste para que os relacionamentos sejam saudáveis. Nós temos que enxergar o outro como uma escada para a nossa evolução e não como um empecilho. E aceitar as próprias dificuldades e os outros é o primeiro passo para a evolução.

Fonte: CEC

O Poder das Palavras...


O poder das palavras é ativado no exato momento em que as pronunciamos.
Então,dependendo da forma como as falamos, ela pode se transformar em certeza ou dúvida; cura ou doença; benção ou maldição.
Consciente disso, nada menhor do que a pessoa avaliar e conter o que diz.
Afinal, falar é concretizar o sentimento das palavras - é dar vida ao que pensa - e podem edificar como destruir; podem, ainda significar vida ou morte.
Além disso, medir palavras, é sinal de prudencia porque afasta o risco de sermos mal interpretado por quem nos ouvem.
E é melhor exercitarmos o ouvir mais do que falar.
Portanto, se você deseja mudar a vida, pense no que diz e faz, porque a boca fala o que está cheio o coração...


Pense nisso...