sábado, 27 de outubro de 2007

'Desenvolvendo a Personalidade'!

Desde a mais tenra idade, em todo ser humano desperta a idéia de ser apreciado. Na verdade é por isto que ele mais anseia – ser apreciado. Não importando o status que possui, não importando o estilo de vida que o mesmo leve, todos, sem exceção buscam por apreciação.


Por mais que seja seguro ou inseguro, o encanto da vida está em ser apreciado ao menos pelos que dizem amar. A raiz dos problemas pessoais está justamente na falta da auto-apreciação. Quem se deprecia caminha para o abismo da solidão.

Sem ao menos perceber afasta-se pouco a pouco de todos os seus e principalmente de si mesmo. O que é fatal para a construção de uma personalidade sadia.Uma personalidade construtiva e positiva é fator fundamental para uma vida feliz.

Sendo ela bem desenvolvida e desbloqueada, encara os desafios com a mente aberta e firme perante tais.Tem consciência de que quanto mais desenvolver a mesma, novos obstáculos surgirão.

Cada nova descoberta da vida é um convite a melhorar-se passo a passo. No entanto, o amadurecimento psicológico surge lentamente e não através de ‘golpes do destino’, como alguns sonhadores e inseguros pensam. Ao contrário, ela cresce, se fortalece gradativamente conforme os desafios apresentados.

Estes desafios devem ser considerados como estímulos para encontrar a harmonia pessoal. Tornando-se uma pessoa centrada e equilibrada. Apoiando-se em si mesma nos momentos mais conturbados.

E a ‘força’ que até então escondida estava, desperta aos poucos, de acordo com ‘os solavancos’ que a Vida lhe dá! Questões familiares: a base de uma família segura e harmoniosa, contribui para o equilíbrio da formação de uma personalidade.

Questões econômicas: que podem induzir a um suposto complexo de inferioridade, o que não necessariamente seria o motivo de uma personalidade desestruturada.

Na raiz de toda personalidade existe o caráter, que por mais dificuldades que possa vir a enfrentar, este saberá contornar as situações confusas e contraditórias de sua vida, de maneira equilibrada, tendo a consciência que cada novo passo na vida, que cada novo desafio, o conduzirá à libertação.

A libertação de si mesmo! Aprendendo que não são os problemas em si que impedem um bom desenvolvimento da personalidade, mas sim, a ‘forma como estes são encarados’. A reação que se tem diante de tais dificuldades.

Reações contrárias e desequilibradas distorcem o que poderia ser uma personalidade equilibrada. Reações observadoras e positivas despertam uma personalidade firme e forte que poderia estar até então adormecida.

Porém, há sempre presente um mecanismo de auto-preservação. Um ‘freio’ que o indivíduo cria inconscientemente, tentando ‘fugir’ de algumas realidades.
Mesmo tendo consciência de que possui uma personalidade bem estruturada e altamente desenvolvida, este mecanismo pode impedir o seu progresso. Visto que nega alguns valores em si mesmo, ou seja, a coragem do principio pode tornar-se em medo.
O seguir adiante, pode tornar-se em fuga. O que era a sede da vida por buscar mais e mais pode ser confundido com: ‘qual o sentido da vida’?Momentos cruciais em que novamente a personalidade é ‘testada’ por si mesma.
Tendo como base as experiências do pretérito, de suas dolorosas reminiscências, que resultaram em constantes pensamentos sombrios, travando novamente a si mesmo. O equilíbrio entre a mente, o espírito e o corpo, fortalecem esta personalidade ‘já formada’. Tendo consciência de que tudo faz parte: a dor, o medo, a angústia, a alegria, a felicidade, a perda e a vitória.

Depende de cada reação o entendimento de cada nova etapa que a Vida lhe mostra. Depende de como este ‘decide reagir’. E através desta reação caminhar para o sucesso pessoal, encontrando a felicidade de estar em si mesmo, sendo tão somente o que ele é: ele mesmo.

Uma personalidade firme, mas ‘leve’. Com ‘freios, ’ mas livre. Com dúvidas, mas segura de si. Com perdas, mas com novas conquistas. Com desafios e dificuldades, mas com a consciência de que tudo isso forma um Todo, que é uma personalidade apreciada por si mesma, apreciando os outros e sendo apreciado pelos mesmos... ‘Estando em si mesmo cada vez mais’.

No centro do desejo humano está a necessidade de ser apreciado, portanto, ‘aprecie-se’ para ser apreciado. Ame para ser amado. Solte para sentir-se livre. Viva para sentir a Vida...

Defeitos


"Os defeitos a serem eliminados são aqueles que nos incomodam, que nos atrapalham, os que percebemos, não os defeitos que os outros vêem em nós, não aquilo que os outros dizem que está errado em nós, pois muitas vezes essas falhas apontadas não passam de projeções, inversões de valores, distorções. Devemos olhar para nós com os próprios olhos e não com os olhos dos outros."

VERGONHA

Vergonha do Externo a Nós
Por vergonha, por medo de rejeição, por queremos agradar os outros, por vezes ficamos muito sem jeito, ficamos acanhados ou embaraçados, para nos comunicarmos, para dizermos algo, para nos manifestarmos.
A vergonha esta relacionada com culpa, timidez, pudor, honra, humilhação, brio, embaraço. Podemos sentir vergonha por ações de alguma pessoa, o que acontece por nos acharmos responsáveis por ela, por acharmos que estamos associados a ela, por acharmos que ela esta nos expondo.
Nossa personalidade é a forma pela qual nos apresentamos ao mundo, ela inclui nossos papéis sociais, carro, casa, tipos de roupas, estilo de expressão pessoal, para personalidade, para o ego, todas estas coisas são objetos de satisfação, de auto-afirmação, fazem parte de uma auto-imagem.
Mas as pessoas da família, os amigos, o trabalho, a profissão, a religião, também são como objetos para personalidade, para o ego, todos fazem parte de uma auto-imagem, também sendo utilizados em nossas necessidades de auto-afirmação, de satisfação.
Assim podemos sentir vergonha de amigos pobres, principalmente perto de amigos ricos. Podemos sentir vergonha de amigos chatos, principalmente perto de amigos legais. Podemos sentir vergonha de amigos religiosos, principalmente perto de amigos não religiosos. Podemos sentir vergonha dos pais quando estamos próximos a alguns amigos, o que parece acontecer principalmente na adolescência.
Mas tudo depende do contexto, da situação. Sentimos vergonha de nossas crenças quando estamos em um grupo que não comunga das mesmas crenças, das mesmas idéias, por fraqueza, por covardia, por medo de rejeição, de ridicularização, somos capazes de fingir e até de negar nossas crenças.
De forma que nossas crenças, não passam realmente de crenças e jamais chegarão a ser uma fé, enquanto continuarmos a ser assim, nojentos e rastejantes. Nossos princípios são trocados pela aceitação dos outros.

A história relata que muitos morreram por seus princípios, precisamos estar dispostos morrer por nossos princípios, pelo menos uma morte psicológica, isso é urgente, se é que realmente temos princípios.
O que fazemos hoje é dar mais valor, mais importância, para nossos egos, para nossas ilusões sobre o mundo, para nossos prazeres e necessidades, que nunca nos trouxeram felicidade real, do que para nossos princípios, nossa consciência, nosso real e verdadeiro Ser.
Toda questão se resume em querermos mudar nossos estados, isso deve ter mais importância do que qualquer outra coisa, nossa consciência, nosso real e verdadeiro Ser, deve ter mais importância do que qualquer outra coisa.
O julgamento, a crítica, a reclamação, são formas de defesa, fazemos isso para ficarmos melhores, superiores ao outros, para nos sentirmos mais a vontade, menos expostos, para nos expressarmos Sobre a Vergonha e os PadrõesA vergonha nasce da comparação entre nossas ações e nossos conceitos, padrões, valores, ou das comparações que fazemos entre nós e as outras pessoas, o que, na realidade, também se refere a nossos padrões, conceitos, valores, aos nossos julgamentos.
Podemos "morrer de vergonha" de certos atos, fatos, situações, pelos quais jamais nos culpariam ou nos condenariam. Mas, por imaginarmos esta possibilidade, nos envergonhamos.
Uma situação que é vergonhosa para uma pessoa pode não ser para outra, pois a vergonha está baseada em padrões, valores, regras, conceitos, preconceitos, objetivos, expectativas, e cada um de nós tem os seus próprios. Nossos valores estão associados à nossa auto-imagem de forma sistemática, hierárquica.
Assim, o que é moral para uma pessoa pode não ser para outra; o que é motivo de vergonha para uma pessoa pode não ser para outra. Tudo vai depender de como esses padrões, valores, regras, conceitos, preconceitos, objetivos, expectativas, estão organizados.

Logo, não só os padrões, valores, regras, conceitos, preconceitos, objetivos, expectativas, são diferentes para cada pessoa, como também sua organização é diferente. A importância atribuída a cada um deles é diferente em cada indivíduo.
Assim, para alguns, ser justo pode parecer mais importante do que ser famoso; para outros, ser rico pode parecer mais importante do que ter paz. Tudo está dentro de nós, todas as idéias de vergonha estão dentro de nós.
Podemos perceber isto qdo sentimos vergonha e estamos sozinhos. Neste momento, damos graças a Deus por não haver ninguém por perto; do contrário, a sensação seria pior.
Quem sente vergonha julga a si próprio. Identificados com grupos, sentimos vergonha qdo não nos enquadramos dentro dos ideais desses grupos, ideais estes que podem estar apenas em nossas mentes.
Uma pessoa elegante que não está arrumada, sente vergonha ao se aproximar de outra pessoa elegante. Em contrapartida, se estiver próxima de uma outra pessoa qualquer, nada sente; às vezes, sente até orgulho, o que é mais provável.
Uma pessoa luxuriosa, que se diverte com revistas pornográficas, pode ficar com vergonha diante das pessoas que condenam ou não gostam de pornografia. O luxurioso acredita que essas pessoas são mais corretas do que ele.
Porém, certamente se sentirá confortável ao lado de outra pessoa luxuriosa. Um outro aspecto da vergonha é a vergonha de mudar de opinião. Temos orgulho demais para admitir uma mudança de opinião; não estamos dispostos a agüentar a chateação e a zombaria dos outros, é difícil assumir que estávamos errados ou que simplesmente mudamos de idéia.
Estamos preocupados demais com nossa auto-imagem, não suportamos ouvir de terceiros que eles nos avisaram, nos aconselharam, que disseram que não iríamos sustentar a opinião por muito tempo. Não suportamos os rótulos. Precisamos assumir as responsabilidades, as conseqüências de nossas ações, de nossas escolhas.

Temos idéias fixas, opiniões fixas; ou gostamos de açúcar ou não gostamos, não concordamos muito se alguém usa açúcar em uma determinada coisa e em outra não. Ou gostamos de uma cor ou não gostamos, não aceitamos bem a idéia de alguém gostar de uma determinada cor para um objeto e para outros não. Ou comemos carne ou não comemos, não aceitamos que alguém queira comer carne quando tem vontade.
As coisas têm que estar definidas e bem definidas, têm que obedecer aos padrões. Quando não seguimos padrões, somos rotulados de estranhos, esquisitos, tolos, incoerentes.
Precisamos ser coerentes com nós mesmos, com os nossos princípios, nossos sentimentos, nossas emoções; não com padrões, idéias, conceitos e preconceitos de terceiros.
É comum temer as pessoas que mudam de opinião, que mudam de comportamento. Esse temor tem origem no fato de não se saber como elas vão reagir. Todos querem que sejamos sempre iguais por causa de suas inseguranças. A opinião é um agente limitador. Limitamo-nos com nossas próprias crenças, opiniões, idéias. Descaut/Aninha


sexta-feira, 26 de outubro de 2007

Ego X Alma


A base da alma esta dentro,
Enquanto a base do ego o referencial esta sempre fora

A alma vive em plena gratidão
O ego em eterna insatisfação.

O ego nos stressa
A alma.... nos harmoniza.

A alma é eterna
O ego passageiro.

A alma é sempre plena
O ego é sempre carente.

A alma nos inspira delicadamente
O ego nos empurra.

A alma sempre apazigua
O ego perturba.

A alma nos une a tudo
O ego sempre nos separa de tudo.

A alma murmura suavemente
O ego grita.

A alma ama e o ego se apaixona
Ela nos liberta e ele nos aprisiona.

A alma é plenitude
O ego é um animal carente.


Desconheço o Autor

quinta-feira, 25 de outubro de 2007

A Influência dos Pensamentos




Tudo que pensamos gera energia. Quando estamos pensando, além de gerar formas-pensamento no ambiente, atraímos para nossa vida exatamente o padrão daquilo que estamos criando energeticamente. O que eu penso é o que eu acredito, e o que eu acredito é o que eu transmito.
Se somos seguros, passamos segurança, se somos agressivos, passamos agressividade, se somos mal-humorados, passamos mau humor; e é exatamente com isso que nos encontraremos em nossa vida.

Analisemos nosso padrão de pensamento (que necessariamente também é nosso padrão de energia). Se o padrão for de má qualidade, perceba que não conseguimos ficar perto de pessoas que tenham um outro padrão. Por que isso acontece? Simples. Porque a pessoa que possui um padrão melhor, uma energia positiva e de qualidade, quer distância de um padrão ruim.

Observemos que tipos de pensamento temos a maior parte do tempo. É um exercício eficaz para perceber se estamos sendo produtivos ou parasitas. Nossos pensamentos traduzem exatamente o que nós somos.

Exemplos de padrão de baixa qualidade: fazer julgamentos e pensar mal dos outros; acreditar que somos sempre a vítima; achar que nunca temos culpa por nada, as outras pessoas é que não prestam; achar que somos mal compreendidos pelo mundo etc.

Exemplos de padrão de boa qualidade: pensar em projetos; descobrir maneiras de ajudar alguém; pensar em como ser melhor em relação a determinadas atitudes; assumir que somos responsáveis pelos nossos atos; pensar em formas de mudar nosso comportamento; prestar atenção em pensamentos não saudáveis e evitá-los por força da vontade etc.

Parece difícil? Mas é possível. Nós podemos mudar o mundo pela força da vontade, mas primeiro temos que mudar a nós!

Pensamentos desordenados e não-saudáveis atraem consciências do mesmo padrão. Amparadores espirituais se afastam no mesmo instante que a pessoa tem um pensamento ruim, pois a energia muda na hora e, por dissonância energética, eles se afastam.

Pessoa fechada dentro de si, limitada, restritiva, que não tem disponibilidade e boa vontade para com os outros produz um péssimo padrão energético a sua volta.

O que atrai amparo espiritual é a boa vontade e dedicação em ser melhor e trabalhar para isso. Não adianta ficar dizendo “eu quero ser melhor, eu quero ser melhor, mas eu tenho muita dificuldade”. Essa pessoa provavelmente vai passar muitas encarnações nessa ladainha. Quem quer mudar realmente, muda. Tudo vai depender do maior ou menor empenho em direção a essa mudança.

Olhe as pessoas a sua volta e use sua energia mental para pensar em como ajudar, como fazer uma tarefa de maneira mais eficiente. Dê um sorriso, uma palavra positiva, um incentivo, uma orientação, uma dica. Essas pequenas atitudes geram energias muito boas, cativam a simpatia das pessoas, atraem amparadores e fazem com que nosso dia-a-dia fique muito mais leve e positivo.

Fonte: CEC

Existência Cíclica


Tudo o que é colocado em movimento produz um movimento correspondente. Se você joga uma pedra numa lagoa, formam-se ondulações ou anéis que correm para fora, batem na margem e voltam. O mesmo se passa com o movimento dos pensamentos: ondulações correm para fora, ondulações retornam. Quando os resultados desses pensamentos chegam de volta, sentimo-nos vítimas indefesas: estávamos inocentemente vivendo nossa vida; por que todas essas coisas estão acontecendo conosco? O que acontece é que os anéis estão voltando para o centro.(Isto é o karma e, devido a ele), nossa experiência da realidade continua a girar em ciclos, com todas as suas variações, vida após vida. Assim é a existência cíclica. Não compreendemos que estamos vivendo resultados que nós mesmos criamos, e que nossas reações produzem ainda mais causas, mais resultados; incessantemente.

Colaboração: Ângela Dias